domingo, 15 de julho de 2012
A vida de Tião carreiro
José Dias Nunes, conhecido como Tião Carreiro nasceu em Montes Claros no dia 13 de dezembro de 1934 e faleceu em São Paulo, 15 de outubro de 1993. Foi um cantor brasileiro de música Sertaneja de raiz; de modo que muitas duplas são influenciadas por sua música.
Criado numa fazenda nos arredores de Araçatuba/SP, começou a tocar violão ainda pequeno, com 8 anos de idade, quando também já cuidava do arado e dos afazeres na roça.
Aprendeu a tocar Viola na adolescência, praticamente sozinho, sem nunca ter tido um professor. Isto porque em 1950, com apenas 13 anos, Tião Carreiro trabalhava no Circo Giglio, onde já cantava em dupla com seu primo Waldomiro da dupla Palmeirinha e Coqueirinho.
O dono do circo dizia que "dupla de violeiros tinha que tocar viola" enquanto que na época, Tião tocava violão. No mesmo ano, o mesmo circo apresentava em Araçatuba a dupla Tonico e Tinoco. E enquanto os irmãos estavam no hotel, Tinoco havia deixado sua viola no circo e Tião aproveitou para "decorar a afinação escondido".
Tião Carreiro cantou em diversas duplas, tendo adotado diferentes nomes artísticos, tais como Zezinho (com Lenço Verde), Palmeirinha (com Coqueirinho) e Zé Mineiro (com Tietezinho).
Lenço Verde e Coqueirinho eram pseudônimos do mesmo parceiro, o Waldomiro, que era primo de Tião Carreiro.
Suas parcerias mais famosas foram com Antônio Henrique de Lima (o Pardinho) e Adauto Ezequiel (o Carreirinho, Falecido em 2009 e foi o Professor de Tião Carreiro).
Alcançou sucesso ao formar dupla com Pardinho, e foi o inventor do Pagode de Viola — não se confunda com o Pagode do Samba — mas hoje em dia, esse termo é muito conhecido entre os violeiros.
Dentre os maiores sucessos de Tião Carreiro temos: Pagode em Brasilia, que foi o primeiro pagode, criado juntamente com Lourival dos Santos, em 1959, Boi Soberano, Filhinho de Papai, Cochilou Cachimbo Cai entre outros.
A discografia de Tião Carreiro soma mais de 45 discos, tornando-se hoje em dia considerada "Cult" pelo admiradores de Música Sertaneja, é encontrada facilmente em qualquer loja de discos do Brasil.
Tião ficou doente ainda no auge de sua carreira, com diabetes. Faleceu no dia 15 de outubro de 1993 em São Paulo, no Hospital da Beneficência Portuguesa. Mesmo sabendo da doença que tanto mal lhe fez no final da vida, Tião procurou sempre viver o melhor possível da vida que lhe restava: não largou jamais a Viola e também jamais suportou a idéia de ter que recusar os churrascos para os quais era freqüentemente convidado em diversos lugares do Brasil.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Habito de tomar café no Brasil
A História
do café no Brasil
Em menos de
um século, o café, bebida que não era hábito brasileiro nem português, passou a
ser largamente consumido, e hoje é presença constante em nosso cotidiano. Um
cafezinho significa início do dia, conversa com amigos, pausa no trabalho e
muito mais. É preciso, pois, analisar como o produto ganhou o mercado interno,
ou melhor, como se criou tal mercado.
Antes do
café, os escravos tomavam água de rapadura pela manhã. Só depois do cultivo no
Rio de Janeiro e no Vale do Paraíba é que os trabalhadores das fazendas
passaram a tomar café, como estimulante, antes de sair para o trabalho. Foi
usado como estimulante do parto, ou da menstruação na puberdade, como
diurético, febrífugo e desinfetante; hoje, é usado ainda como antídoto contra a
embriaguez.
No interior
do Brasil, o bule de café constantemente sobre o fogão a lenha é imprescindível
no cotidiano de sua gente. É o “café pra visita”, “pra boca de pito”.
Nas cidades,
no começo do século, as pessoas recebiam em casa o café torrado e moído, que
era entregue por carroças puxadas a burro. O café, então, já fazia parte da
alimentação do brasileiro, que fosse puro ou com leite pela manhã, fosse puro
após as refeições - principalmente o jantar, quando se passava para outra sala
a fim de saborear o café, o licor, e fumar charutos. Isso acontecia na casa das
pessoas mais abastadas, mas o café sempre esteve presente também no dia-a-dia
do pobre, pois não poder oferecer um cafezinho para um amigo, ou um parente, é
considerado sinônimo de pobreza extrema.
No Rio de
Janeiro, no início da República, os cafés públicos, ou cafeteiras, do Largo do
Machado e da Rua do Ouvidor eram lugares para se estar à vontade e conversar
sem pressa. Por ali passavam homens de negócios, políticos, estudantes,
artistas, banqueiros, bancários, esportista, funcionários públicos e do
comércio. Esses cafés funcionavam dia e noite. Não havia ainda o “café
expresso”, tomado em pé e rapidamente pelos transeuntes.
Em São
Paulo, na década de 20, havia muitos cafés nas ruas ao redor do Largo do Café.
Os negociantes de café aí compareciam com suas amostras (latinhas com grãos do
produto). São Carlos e Ribeirão Preto também tinham suas cafeterias, como a
tradicional Soberana, onde Getúlio Vargas fazia questão de tomar café.
No Rio
Grande do Sul, onde a tradição é o mate, surgiram muitos cafés, como o Aquário,
em Pelotas, e o Centenário, o Coliseu e o Chave de Ouro, em Porto Alegre. Isso
não significa, porém, que o mate tenha sido substituído pelo café. O mate
representa a tradição familiar para ser tomado em casa e sem pressa. Já o café
é uma bebida pública, de consumo mais rápido.
O hábito de
tomar café se disseminou não apenas nos locais públicos mas também nas
residências, de norte a sul do país, na zona rural e na zona urbana. Hoje, o
Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo, sendo ultrapassado apenas
pelos Estados Unidos.
Antigamente
o café era distribuído pelas torrefadoras, que compravam e torravam grãos,
vendendo-os às vendas, tendas e cafés, onde era moído na hora. Hoje o café passou
a ser torrado, moído e embalado na própria torrefadora. O café é apresentado
como bebida para todas as horas, para ricos e pobres. É a marca registrada da
hospitalidade brasileira. Ironicamente, a propaganda procura salientar no
produto sua qualidade tipo exportação.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Romã !!!!!
Romã? Esta é uma
fruta pouco consumida por nós não é mesmo? Já se sabe dos efeitos desta fruta
há muito tempo mesmo sem haver pesquisas científicas. Agora com o nosso
desenvolvimento inúmeros estudos comprovaram várias ações deste fruto.
Esta fruta é símbolo de vida, longevidade, fecundidade, conhecimento, moralidade, imortalidade e espiritualidade.
Esta fruta é símbolo de vida, longevidade, fecundidade, conhecimento, moralidade, imortalidade e espiritualidade.
Suas ações são muitas e dentre elas estão:
- Atua na diminuição do colesterol ruim (LDL) e o colesterol total. Sabe que o aumento destas gorduras leva ao aparecimento de diversas doenças;
- É um poderoso antioxidante por conter mais de 80 fitoquímicos que ajuda na prevenção contra doenças como diabetes, obesidade, hipertensão, e outras;
- Muito importante para prevenir o envelhecimento rápido e ajudar a manter a pele saudável;
- Fortalece nosso sistema imunológico e assim previne contra o aparecimento de gripes, viroses e outros;
- Atua na diminuição de microorganismos como candida albicans que leva a candidíase;
- Prevenção contra o câncer e o desenvolvimento das células cancerígenas por diminuir a proliferação de novos vasos sanguíneos que alimentam estas celulas e por levar a morte das mesmas;
- Diminui a inflamação, processo importantíssimo que está relacionado com muitas doenças como obesidade, depressão, hipertensão, diabetes, fibromialgia, doença celíaca e outras variadas;
Hoje muitos supermercados e lojas já comercializam este fruto na forma de sucos, geléias, chás e outros. Por isso, tente incluir na sua alimentação!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Frase de Nitiren Daishonin
Mesmo que
fosse possível errar ao apontar a terra, que alguém fosse capaz de unir os
céus, que a maré não tivesse fluxo e nem refluxo, que o sol se levantasse no
oeste, jamais aconteceria das orações do Devoto do Sutra de Lótus ficarem sem
ser concretizadas.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Hoje também é o "Dia nacional do Café"
DIA NACIONAL DO CAFÉ
Hummm... cheirinho de café!
O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola
do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção
agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!
O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo
Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca
ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do
Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.
Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como
'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados
do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os
"Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem
poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira.
Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!
Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas
de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes
não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave,
orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade
enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o
nosso café conhecido e apreciado mundialmente!
Queridos amigos hoje é o dia Nacional do milho!!!!!!
Dia Nacional do Milho visa estimular a produção
24/05/2012 01:5
Hoje é comemorado em todo o país o Dia Nacional do Milho,
data criada com o objetivo de estimular e apoiar a produção deste cereal tão
presente na vida dos brasileiros.
As mais conhecidas apresentações do milho são familiares
como pamonhas, bolos, broas, canjica, doces, pipoca, milho verde e outros
produtos consumidos sob forma direta. Além disso, o milho é o principal insumo
na criação de aves, suínos, bovinos e peixes.
É no prato, entretanto, que o milho se destaca. Um dos
cereais mais consumidos do mundo ao lado do trigo e do arroz, o milho faz parte
da chamada base da pirâmide alimentar, apresentando altos níveis de
carboidratos, substâncias essenciais para a obtenção de energia
“fonte: Jornal do mate”
terça-feira, 22 de maio de 2012
Nhoque de mandioca
Ingredientes:
1 kg de mandioca cozida(s)
2 unidade(s) de gema de ovo
2 colher(es) (sopa) de manteiga Mococa
quanto baste de molho bolonhesa
quanto baste de queijo ralado
Modo de preparo:
cozinhe a mandioca na água e sal e passe em um espremedor.
Junte as gemas a manteiga e amasse bem. Faça os nhoques e cozinhe em bastante
água fervente com sal, até que subam à superfície.
Coloque em uma travessa, cubra com molho a bolonhesa e
polvilhe com queijo.
fonte:Caderninho de receitas da tia
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